{"id":7627,"date":"2025-11-11T00:28:45","date_gmt":"2025-11-11T04:28:45","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalregionalms.com.br\/?p=7627"},"modified":"2025-11-11T00:28:45","modified_gmt":"2025-11-11T04:28:45","slug":"sabores-do-norte-ancestralidade-que-mantem-a-floresta-de-pe","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalregionalms.com.br\/?p=7627","title":{"rendered":"Sabores do Norte: ancestralidade que mant\u00e9m a floresta de p\u00e9"},"content":{"rendered":"<p><strong>Tucupi, tacac\u00e1, mani\u00e7oba, a\u00e7a\u00ed. <\/strong>Palavras que, al\u00e9m da sonoridade, evocam sabores. <strong>Os sabores ind\u00edgenas,<\/strong>\u00a0<strong>os sabores amaz\u00f4nicos<\/strong>&#8230;\u00a0Sabores do Norte.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1667010&#038;o=rss\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1667010&#038;o=rss\"><\/p>\n<p>Quem participar da COP30, a Confer\u00eancia das Na\u00e7\u00f5es Unidas para as Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas, em Bel\u00e9m (PA), no centro da Amaz\u00f4nia, vai ter a chance de experimentar as del\u00edcias regionais de uma maneira \u00fanica e imersiva: sem que os produtos se desloquem, passem por longos processos de conserva\u00e7\u00e3o ou at\u00e9 sejam descaracterizados.<\/p>\n<h3><b>Do Par\u00e1 para o mundo \ud83c\udf0d\u00a0<\/b><\/h3>\n<p><strong>Estar bem perto dos produtos \u00e9 uma das principais motiva\u00e7\u00f5es da chefe Esther Weyl<\/strong>. A paraense morou fora durante muitos anos, trabalhou em restaurantes renomados, inclusive fora do Brasil, e voltou para Bel\u00e9m h\u00e1 dois anos, onde comanda o Celeste. Ela conta que voltar para a capital do Par\u00e1 foi uma escolha que fez sentido para a culin\u00e1ria que desejava fazer.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201c<strong>Eu sempre imaginei que eu queria fazer comida paraense<\/strong>. \u00c9, eu acho que era a comida que fazia sentido para mim, mas eu trabalho com uma culin\u00e1ria de produto, ent\u00e3o eu preciso estar perto dos produtos que eu tenho, ent\u00e3o. O ir na feira, o conhecer os produtores, o saber qual \u00e9 o melhor tucupi para usar, qual \u00e9 a \u00e9poca em que certas ervas est\u00e3o. A gente tem, a gente n\u00e3o tem. Era muito importante para mim. Mas fora isso eu tamb\u00e9m sabia que o que eu queria dizer. Sobre culin\u00e1ria paraense era para as pessoas daqui. N\u00e3o era necessariamente para as pessoas de fora.\u201d<\/p>\n<\/blockquote>\n<h3><strong>Inspira\u00e7\u00e3o regional\ud83d\udca1<\/strong><\/h3>\n<p><strong>Quem visita o restaurante da Esther encontra os produtos regionais<\/strong>. Mas ela explica que n\u00e3o os usa de uma maneira regionalmente cl\u00e1ssica.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cAqui as pessoas t\u00eam muita dificuldade de identificar qual \u00e9 o meu tipo de culin\u00e1ria, ent\u00e3o eles acabam, todo mundo acaba falando: \u2018ah, \u00e9 restaurante autoral\u2019. E \u00e9. N\u00e3o deixa de ser. Dizem, \u00e0s vezes em quando \u00e9 restaurante Internacional, que, afinal, a gente tem t\u00e9cnicas diferentes, mas a nossa base \u00e9 uma culin\u00e1ria de produto. <strong>A\u00ed \u00e0s vezes as pessoas falam: \u2018\u00e9 culin\u00e1ria regional\u2019, e \u00e9<\/strong>. <strong>Ela s\u00f3 n\u00e3o \u00e9 cl\u00e1ssica, s\u00f3 n\u00e3o \u00e9 regionalmente cl\u00e1ssica<\/strong>. Eu n\u00e3o fa\u00e7o as mesmas receitas, o pato no tucupi, a mani\u00e7oba, mas eu me inspiro muito nessas receitas para fazer as minhas.\u201d<\/p>\n<\/blockquote>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image atom-align-center\">\n<div class=\"dnd-atom-rendered\"><!-- scald=91702:cheio_8colunas --><br \/>\n            <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/loading_v2.gif\" data-echo=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/IABiVJ8nj0yhJ_kpLepv8J4ppt8=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/atoms\/image\/tucupi_envasado.jpg?itok=ud1870yB\" alt=\"Tucupi embalado em saco pl\u00e1stico, pronto para distribui\u00e7\u00e3o\" title=\"Lana Santos\/Fapeam\"><br \/>\n        <noscript><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/IABiVJ8nj0yhJ_kpLepv8J4ppt8=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/atoms\/image\/tucupi_envasado.jpg?itok=ud1870yB\" alt=\"Tucupi embalado em saco pl\u00e1stico, pronto para distribui\u00e7\u00e3o\" title=\"Lana Santos\/Fapeam\"><\/noscript><br \/>\n    <!-- END scald=91702 --><\/div>\n<div class=\"dnd-caption-wrapper\">\n<div class=\"meta rtecenter\">Tucupi envasado, por Lana Santos\/Fapeam<!--END copyright=91702--><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>Como exemplo de como ela utiliza os produtos do Norte de uma maneira autoral, ela cita um prato que inspirada na tradicional caldeirada.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cA gente tem o peixe no pir\u00e3o de tomate e tucupi. N\u00e3o \u00e9 uma caldeirada, caldeirada, mas \u00e9 um prato que \u00e9 muito inspirado na caldeirada.\u201d<\/p>\n<\/blockquote>\n<h3><strong>Vale a pena provar\ud83c\udf74<\/strong><\/h3>\n<p>Ali\u00e1s, <strong>caldeirada \u00e9 o prato que a chefe Esther acredita que todo mundo que vai a Bel\u00e9m precisa provar<\/strong>.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201c<strong>Esse \u00e9 meu prato favorito<\/strong>. Uma caldeirada no tucupi, os nossos peixes que s\u00e3o especiais, o tucupi, que \u00e9 um fermentado, que \u00e9 um grande ingrediente que demonstra tanta tecnologia dos povos origin\u00e1rios. Ent\u00e3o, assim eu queria muito que as pessoas comessem uma caldeirada no tucupi, tudo que ela representa.\u201d<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Como a melhor caldeirada de Bel\u00e9m, Esther elege a da chefe L\u00facia Torres<\/strong>, que mant\u00e9m um restaurante chamado Box Bar e um box no tradicional Ver-o-Peso, considerado o maior mercado a c\u00e9u aberto da Am\u00e9rica Latina.<\/p>\n<h3><strong>Peixe frito e camar\u00e3o empanado \ud83e\udd90<\/strong><\/h3>\n<p>L\u00facia Torres cozinha h\u00e1 mais de 40 anos e afirma que gosta de fazer comida regional, com produtos naturais, sem nada industrializado. Do seu card\u00e1pio, ela destaca <strong>o peixe frito e o camar\u00e3o empanado<\/strong>.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cO camar\u00e3o empanado \u00e9 feito com uma massa que eu criei. Ele \u00e9 tipo tempur\u00e1, a massa de tempur\u00e1. S\u00f3 que ela \u00e9 pastosa, ela bem cremosa assim e \u00e9 temperada com a nossas ervas que a gente usa aqui no Par\u00e1.\u201d<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>L\u00facia conta que a comida encontrada em seu restaurante \u00e9 a comida do dia a dia do paraense. A comida que cresceu comendo, vendo as mulheres da fam\u00edlia cozinhar: \u201cAqui no Par\u00e1, se voc\u00ea for no com\u00e9rcio, <strong>em cada esquina, tem uma pessoa vendendo tacac\u00e1, mani\u00e7oba, caruru, vatap\u00e1<\/strong>.\u201d<\/p>\n<h3><strong>Sabores de Bel\u00e9m \ud83c\udf72<\/strong><\/h3>\n<p>L\u00facia entende bem da comida popular de Bel\u00e9m: <strong>j\u00e1 ganhou, por oito anos, o pr\u00eamio de melhor comida popular da cidade<\/strong>. E ela, que \u00e9 chef embaixadora pelo Estado do Par\u00e1, tamb\u00e9m carrega importantes pratos assinados.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cO nosso filhote, que \u00e9 um peixe muito procurado aqui em Bel\u00e9m do Par\u00e1, que eu fa\u00e7o grelhado com arroz de tucupi, jambu e camar\u00e3o. A\u00ed eu tenho outra que \u00e9 a mariscada paraense, que \u00e9 um prato feito com caranguejo, camar\u00e3o, isca de peixe, arroz de jambu, tucupi, patinha de camar\u00e3o, \u00a0caranguejo, massa de caranguejo, entendeu? \u00c9 um prato bem elaborado.\u201d<\/p>\n<\/blockquote>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image atom-align-center\">\n<div class=\"dnd-atom-rendered\"><!-- scald=409609:cheio_8colunas --><br \/>\n            <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/loading_v2.gif\" data-echo=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/vyGducU2fLN6_KbzmHv122lZPSQ=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2024\/12\/23\/_d6a0651.jpg?itok=2A066Iwy\" alt=\"Bel\u00e9m (PA) 15\/12\/2024 \u2013 Isca de peixe Filhote, prato t\u00edpico na Ilha do Comb\u00fa, uma \u00c1rea de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental (APA) e destino tur\u00edstico amaz\u00f4nico na regi\u00e3o insular de Bel\u00e9m, habitada por comunidades tradicionais que vivem de pesca, artesanato, turismo e produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7a\u00ed.  Foto: Fernando Fraz\u00e3o\/Ag\u00eancia Brasil\" title=\"Fernando Fraz\u00e3o\/Ag\u00eancia Brasil\"><br \/>\n        <noscript><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/vyGducU2fLN6_KbzmHv122lZPSQ=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2024\/12\/23\/_d6a0651.jpg?itok=2A066Iwy\" alt=\"Bel\u00e9m (PA) 15\/12\/2024 \u2013 Isca de peixe Filhote, prato t\u00edpico na Ilha do Comb\u00fa, uma \u00c1rea de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental (APA) e destino tur\u00edstico amaz\u00f4nico na regi\u00e3o insular de Bel\u00e9m, habitada por comunidades tradicionais que vivem de pesca, artesanato, turismo e produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7a\u00ed.  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A chef Esther fala um pouco sobre como a sazonalidade dos ingredientes interfere no card\u00e1pio servido.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cEm maio, que a gente estava finalizando a \u00e9poca da pupunha, que \u00e9 o fruto [da pupunheira, uma palmeira amaz\u00f4nica], n\u00e9? Por aqui \u00e9 uma mudan\u00e7a de card\u00e1pio gigantesca: sete, oito pratos, porque se acaba uma \u00e9poca de uma coisa, come\u00e7a de outra. Ali, nessa \u00e9poca, Bel\u00e9m muda muito r\u00e1pido por conta de parar de chover tanto. A gente tem um pouco mais de calor, ent\u00e3o a gente tem mais frutos.<\/p>\n<\/blockquote>\n<h3><strong>Respeito \u00e0 sazonalidade \ud83c\udf53<\/strong><\/h3>\n<p>No entanto ela acredita que <strong>o futuro passa por entender e respeitar os tempos da natureza e sua sazonalidade<\/strong>. Nas discuss\u00f5es da COP30 e das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, a chef refor\u00e7a a import\u00e2ncia de se adaptar, comer sazonal, consumir de quem est\u00e1 perto, no chamado quil\u00f4metro zero, e focar no regional.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cVou te dar o exemplo do morango. Ser\u00e1 que todo mundo precisa ter essa febre de morango e consumir morango da maneira que a gente est\u00e1 consumindo? Parece que n\u00e3o.\u201d<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Cacau nativo, castanha do par\u00e1, baba\u00e7u, a\u00e7a\u00ed, cupua\u00e7u, bacuri, buriti, murici, andiroba, copa\u00edba&#8230; Pensar os sabores do Norte, nesse momento em que o mundo volta os olhos para a Amaz\u00f4nia, <strong>\u00e9 pensar tamb\u00e9m em alimentos que contribuem para que a floresta fique de p\u00e9<\/strong>.<\/p>\n<p><em>*Com sonoplastia de Jailton Sodr\u00e9.<\/em><\/p>\n<p>  <span class=\"hms hms-format-m-ss\">6:40<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tucupi, tacac\u00e1, mani\u00e7oba, a\u00e7a\u00ed. Palavras que, al\u00e9m da sonoridade, evocam sabores. Os sabores ind\u00edgenas,\u00a0os sabores amaz\u00f4nicos&#8230;\u00a0Sabores do Norte. 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