{"id":2242,"date":"2025-08-10T02:05:54","date_gmt":"2025-08-10T05:05:54","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalregionalms.com.br\/?p=2242"},"modified":"2025-08-10T02:05:54","modified_gmt":"2025-08-10T05:05:54","slug":"apesar-de-proibicao-29-admitem-palmadas-e-beliscoes-em-criancas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalregionalms.com.br\/?p=2242","title":{"rendered":"Apesar de proibi\u00e7\u00e3o, 29% admitem palmadas e belisc\u00f5es em crian\u00e7as"},"content":{"rendered":"<\/p>\n<p><a class=\"\" href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/educacao\/noticia\/2025-08\/apesar-de-proibicao-29-admitem-palmadas-e-beliscoes-em-criancas\"><br \/>\n                    <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn.jsdelivr.net\/gh\/sergiosdlima\/assets-ebc@1.0.0\/abr\/assets\/images\/logo-agenciabrasil.svg\" alt=\"Logo Ag\u00eancia Brasil\"><br \/>\n\t\t\t\t<\/a><\/p>\n<p><strong>Apesar de castigos f\u00edsicos como palmadas, belisc\u00f5es a apertos serem proibidos por lei, 29% das pessoas cuidadoras de crian\u00e7as de at\u00e9 6 anos admitem que utilizam esses m\u00e9todos como estrat\u00e9gia de disciplina. Treze por cento reconhecem que fazem sempre.<\/strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1652931&#038;o=rss\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1652931&#038;o=rss\"><\/p>\n<p>A constata\u00e7\u00e3o est\u00e1 no levantamento <em>Panorama da Primeira Inf\u00e2ncia: O que o Brasil sabe, vive e pensa sobre os primeiros seis anos de vida<\/em>, lan\u00e7ado nesta segunda-feira (4) pela Funda\u00e7\u00e3o Maria Cecilia Souto Vidigal.<\/p>\n<\/p>\n<h3>Not\u00edcias relacionadas:<\/h3>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/direitos-humanos\/noticia\/2024-10\/quase-200-criancas-e-adolescentes-sao-agredidos-por-dia-no-brasil\">Quase 200 crian\u00e7as e adolescentes s\u00e3o agredidos por dia no Brasil.<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/direitos-humanos\/noticia\/2024-11\/brasil-apresenta-compromisso-para-eliminar-violencia-contra-crianca\">Brasil apresenta compromissos para eliminar viol\u00eancia contra crian\u00e7a.<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p>O estudo mostra que 17% dos cuidadores consideram esses atos uma forma eficaz de estrat\u00e9gia para a disciplina. Ou seja, 12% agridem mesmo sabendo que essa n\u00e3o \u00e9 uma forma eficiente de educar.<\/p>\n<p><strong>A pesquisa foi realizada em parceria com o Instituto Datafolha e entrevistou 2.206 pessoas em todo o pa\u00eds, sendo 822 cuidadores de crian\u00e7as de at\u00e9 6 anos. <\/strong>O lan\u00e7amento marca o Agosto Verde, per\u00edodo de mobiliza\u00e7\u00e3o sobre a import\u00e2ncia da primeira inf\u00e2ncia.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.whatsapp.com\/channel\/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M\" target=\"_blank\">>> Siga o canal da <strong>Ag\u00eancia Brasil <\/strong>no WhatsApp<\/a><\/p>\n<h2>Lei pro\u00edbe<\/h2>\n<p><strong>Aqui no Brasil, h\u00e1 mais de dez anos a Lei Menino Bernardo, tamb\u00e9m conhecida como Lei da Palmada (<a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2011-2014\/2014\/lei\/l13010.htm\">Lei 13.010\/2014<\/a>), pro\u00edbe esses tipos de castigos f\u00edsicos aplicados a crian\u00e7as e adolescentes<\/strong>, com os autores das agress\u00f5es podendo ser advertidos e encaminhados para cursos e programas de orienta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A <a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/direitos-humanos\/noticia\/2024-06\/leis-de-protecao-criancas-enfrentam-cultura-de-violencia-no-pais\">lei foi batizada dessa forma<\/a> para lembrar a morte de Bernardo Boldrini, de 11 anos, v\u00edtima de agress\u00f5es e morto pela madrasta e pelo pai, em Tr\u00eas Passos (RS), em abril de 2014.\u00a0\u00a0<\/p>\n<p>A diretora-executiva da Funda\u00e7\u00e3o Maria Cecilia Souto Vidigal, Mariana Luz, lamenta o percentual identificado pelo levantamento e considera que h\u00e1 repeti\u00e7\u00e3o de um padr\u00e3o cultural que n\u00e3o funciona como disciplinador.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cA gente \u00e9 o pa\u00eds do \u2018eu apanhei, sim, e estou aqui, sobrevivi\u2019. A gente \u00e9 o pa\u00eds que diz \u2018quem pariu Mateus que embale\u2019. A gente \u00e9 o pa\u00eds que acha a crian\u00e7a inferior\u201d, critica a diretora, em entrevista \u00e0 Ag\u00eancia Brasil.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>\u201cN\u00e3o ajuda e n\u00e3o resolve\u201d, conclui, sobre os castigos f\u00edsicos.<\/p>\n<h2>Consequ\u00eancias<\/h2>\n<p><strong>A Funda\u00e7\u00e3o Maria Cecilia Souto Vidigal, uma organiza\u00e7\u00e3o da sociedade civil, refor\u00e7a que nenhuma forma de viol\u00eancia contra crian\u00e7as \u00e9 inofensiva e cita efeitos negativos, como desenvolvimento de agressividade, ansiedade, depress\u00e3o, al\u00e9m das marcas f\u00edsicas. <\/strong>A pesquisa identificou ainda que 14% dos cuidadores admitem gritar e brigar com crian\u00e7as.<\/p>\n<p>Apesar dessas respostas associadas a comportamento repressivo, os m\u00e9todos disciplinares mais citados foram: conversar e explicar o erro (96% dos entrevistados) e acalmar a crian\u00e7a e retir\u00e1-la do lugar\/situa\u00e7\u00e3o (93%).<\/p>\n<p><strong>Entre as pessoas que admitem comportamentos agressivos contra crian\u00e7as, a maior parte (40%) acredita que uma consequ\u00eancia \u00e9 \u201cmaior respeito pela autoridade e ensinar a crian\u00e7a a obedecer\u201d.<\/strong><\/p>\n<p>Um ter\u00e7o de quem bate em crian\u00e7as (33%) reconhece que um dos impactos \u00e9 o comportamento agressivo; e um em cada cinco (21%) admite que a crian\u00e7a desenvolve baixo autoestima e falta de confian\u00e7a.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cA viol\u00eancia, a palmada, as agress\u00f5es, as viola\u00e7\u00f5es de direitos, os abusos, as neglig\u00eancias s\u00e3o detratores direto do desenvolvimento\u201d enfatiza Mariana Luz.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Ela constata tamb\u00e9m que ainda h\u00e1 na sociedade a percep\u00e7\u00e3o de que as pessoas acham que n\u00e3o devem intervir na educa\u00e7\u00e3o dos filhos dos outros.<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cUm cachorro voc\u00ea n\u00e3o agride em pra\u00e7a p\u00fablica, porque algu\u00e9m vai pegar o telefone e vai denunciar. Uma crian\u00e7a n\u00e3o, uma crian\u00e7a recebe um tapa, um berro, um belisc\u00e3o dentro de um equipamento p\u00fablico e ningu\u00e9m fala nada\u201d, diz.<\/p>\n<\/blockquote>\n<h2>Primeira inf\u00e2ncia<\/h2>\n<p>Para Mariana Luz, <strong>outro dado do levantamento que chamou a aten\u00e7\u00e3o \u00e9 o fato de 84% do universo pesquisado n\u00e3o saber que a primeira inf\u00e2ncia \u00e9 a fase mais importante do desenvolvimento pessoal humano<\/strong>. Al\u00e9m disso, apenas 2% souberam dizer exatamente quando acontece a primeira inf\u00e2ncia.<\/p>\n<p>A defini\u00e7\u00e3o de primeira inf\u00e2ncia como a fase que vai at\u00e9 os 6 anos segue a legisla\u00e7\u00e3o brasileira. Embora esse intervalo tamb\u00e9m seja adotado em outros pa\u00edses, podem existir varia\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cTodos os picos do desenvolvimento f\u00edsico, motor, cognitivo, socioemocional acontecem nos primeiros seis anos de vida\u201d, aponta Luz.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Ela cita que o c\u00e9rebro de crian\u00e7as nessa idade realiza 1 milh\u00e3o de sinapses (comunica\u00e7\u00e3o entre neur\u00f4nios, c\u00e9lulas do sistema nervoso) por segundo e 90% das conex\u00f5es cerebrais s\u00e3o estabelecidas.<\/p>\n<p>\u201cEstudo ap\u00f3s estudo, reiteradamente, traz as evid\u00eancias de que s\u00e3o nos primeiros seis anos de vida que se estabelecem as bases f\u00edsico, cognitivo e emocional\u201d, fundamenta a diretora.<\/p>\n<p>Apesar das evid\u00eancias cient\u00edficas, a pesquisa identificou que 41% dos entrevistados acham que \u00e9 na vida adulta a fase que o ser humano mais se desenvolve. Para 25% \u00e9 entre 12 e 17 anos.<\/p>\n<p><strong>Mariana acredita que \u00e9 preciso um trabalho de conscientiza\u00e7\u00e3o para que a popula\u00e7\u00e3o saiba reconhecer e dar import\u00e2ncia a esse per\u00edodo fundamental do desenvolvimento humano.\u00a0<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cA terceira idade [idosos] hoje est\u00e1 super consolidada, mas houve uma \u00e9poca em que a gente tamb\u00e9m n\u00e3o tinha esse entendimento t\u00e3o claro\u201d, compara.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Mariana Luz cita estudos do economista americano James Heckman, vencedor do Pr\u00eamio Nobel de economia (2000) sobre investimento na primeira inf\u00e2ncia.<\/p>\n<p>\u201cHeckman fala que para cada d\u00f3lar investido, voc\u00ea tem sete de retorno\u201d, lembra. \u201cA primeira inf\u00e2ncia faz isso porque traz melhorias para diversas camadas socioecon\u00f4micas, educa\u00e7\u00e3o, sa\u00fade, a pr\u00f3pria seguran\u00e7a p\u00fablica e da gera\u00e7\u00e3o de emprego em renda\u201d.<\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image atom-align-center\">\n<div class=\"dnd-atom-rendered\"><!-- scald=150176:cheio_8colunas {\"additionalClasses\":\"\"} --><br \/>\n            <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/loading_v2.gif\" data-echo=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/Tw4OAiwV5ITPhoc4rwhoJovb6ZE=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/pezinhos_abigo.jpeg?itok=QmvZNDi1\" alt=\"Ao menos 400 crian\u00e7as venezuelanas chegaram ao Brasil sozinhas\" title=\"TV Brasil\"><br \/>\n        <noscript><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/Tw4OAiwV5ITPhoc4rwhoJovb6ZE=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/pezinhos_abigo.jpeg?itok=QmvZNDi1\" alt=\"Ao menos 400 crian\u00e7as venezuelanas chegaram ao Brasil sozinhas\" title=\"TV Brasil\"><\/noscript><br \/>\n    <!-- END scald=150176 --><\/div>\n<div class=\"dnd-caption-wrapper\">\n<h6 class=\"meta\">Primeira inf\u00e2ncia \u00e9 a fase mais importante do desenvolvimento pessoal humano &#8211; <strong>TV Brasil<\/strong><!--END copyright=150176--><\/h6>\n<\/div>\n<\/div>\n<h2>Livres para brincar<\/h2>\n<p><strong>A pesquisa procurou saber tamb\u00e9m quais pr\u00e1ticas os entrevistados consideram mais importantes para o desenvolvimento infantil. A mais citada (96%) foi ensinar a respeitar os mais velhos,<\/strong> \u201csuperando outras a\u00e7\u00f5es que a ci\u00eancia comprova como essenciais para o desenvolvimento infantil\u201d, como conversar com a crian\u00e7a (88%), frequentar creche, pr\u00e9-escola (81%) e deix\u00e1-la brincar (63%).<\/p>\n<p>Para a diretora-executiva da Funda\u00e7\u00e3o Maria Cecilia Souto Vidigal, o fato de o respeito aos mais velhos surgir no topo das respostas mostra baixa valoriza\u00e7\u00e3o da educa\u00e7\u00e3o infantil e do brincar.<\/p>\n<p>\u201cA brincadeira \u00e9 o eixo principal do que a base nacional comum curricular traz como fio condutor da aprendizagem na primeira inf\u00e2ncia. Voc\u00ea n\u00e3o pode sentar uma crian\u00e7a pequenininha em uma cadeira e escrever no quadro negro, voc\u00ea precisa do processo l\u00fadico\u201d, justifica.<\/p>\n<h2>Tempo de tela<\/h2>\n<p><strong>A pesquisa do Datafolha identificou que as crian\u00e7as na primeira inf\u00e2ncia passam, em m\u00e9dia, duas horas assistindo televis\u00e3o, celular, tablet ou computador. No caso de 40% das crian\u00e7as, o tempo varia de duas a tr\u00eas horas.<\/strong>\u00a0\u00a0\u00a0<\/p>\n<p>A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) recomenda que crian\u00e7as de at\u00e9 2 anos n\u00e3o tenham contato nenhum com telas. Entre 2 e 5 anos, m\u00e1ximo de uma hora por dia, sempre acompanhada por um adulto, \u201cpara que a intera\u00e7\u00e3o aconte\u00e7a\u201d, completa Luz.<\/p>\n<p>Mariana reconhece que muitas vezes a necessidade se imp\u00f5e, \u201ca pessoa n\u00e3o tem com quem deixar\u201d. Ela sugere que uma forma de reduzir a exposi\u00e7\u00e3o \u00e0s telas seja incluindo a crian\u00e7a na rotina da casa. \u201cIncluir na rotina de lavar a lou\u00e7a junto, de botar a roupa no varal\u201d, exemplifica.<\/p>\n<p>A diretora aponta tamb\u00e9m que \u00e9 de responsabilidade do Estado a oferta de creches, o que deve ser cobrado pela sociedade.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cA responsabilidade dessa crian\u00e7a, pela Constitui\u00e7\u00e3o, \u00e9 minha, sua, \u00e9 da fam\u00edlia, \u00e9 do Estado\u201d, diz.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Em 2022, o Supremo Tribunal Federal (STF), inst\u00e2ncia m\u00e1xima do Poder Judici\u00e1rio no Brasil, <a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/justica\/noticia\/2022-09\/oferta-de-vagas-em-creches-e-na-pre-escola-e-obrigatoria-decide-stf\">decidiu que \u00e9 dever do Estado garantir vagas em creches e na pr\u00e9-escola<\/a> para crian\u00e7as de at\u00e9 5 anos de idade.\u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Apesar de castigos f\u00edsicos como palmadas, belisc\u00f5es a apertos serem proibidos por lei, 29% das pessoas cuidadoras de crian\u00e7as de at\u00e9 6 anos admitem que utilizam esses m\u00e9todos como estrat\u00e9gia de disciplina. 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