{"id":10086,"date":"2025-12-18T17:29:26","date_gmt":"2025-12-18T21:29:26","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalregionalms.com.br\/?p=10086"},"modified":"2025-12-18T17:29:26","modified_gmt":"2025-12-18T21:29:26","slug":"producao-cientifica-brasileira-volta-a-crescer-em-2024","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalregionalms.com.br\/?p=10086","title":{"rendered":"Produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica brasileira volta a crescer em 2024"},"content":{"rendered":"<\/p>\n<p><a class=\"\" href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/educacao\/noticia\/2025-12\/producao-cientifica-brasileira-volta-crescer-em-2024\"><br \/>\n                    <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn.jsdelivr.net\/gh\/sergiosdlima\/assets-ebc@1.0.0\/abr\/assets\/images\/logo-agenciabrasil.svg\" alt=\"Logo Ag\u00eancia Brasil\"><br \/>\n\t\t\t\t<\/a><\/p>\n<p>Depois de dois anos em queda, a produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica brasileira voltou a crescer em 2024, com a publica\u00e7\u00e3o de mais de 73 mil artigos. O n\u00famero representa um avan\u00e7o de 4,5% na compara\u00e7\u00e3o com 2023, conforme aponta novo relat\u00f3rio publicado pela editora cient\u00edfica Elsevier em parceria com a ag\u00eancia de not\u00edcias cient\u00edficas Bori.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1672373&#038;o=rss\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1672373&#038;o=rss\"><\/p>\n<p>Apesar disso, a ci\u00eancia brasileira ainda precisa aumentar sua produtividade para recuperar o patamar anterior \u00e0s quedas. Em 2021, foram 82.440 artigos cient\u00edficos publicados.<\/p>\n<\/p>\n<h3>Not\u00edcias relacionadas:<\/h3>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/internacional\/noticia\/2025-07\/brics-aumentam-producao-cientifica-em-10-vezes-entre-2000-e-2024\">Brics aumentam produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica em 10 vezes entre 2000 e 2024.<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/educacao\/noticia\/2025-12\/pesquisador-da-uerj-defende-monitoramento-da-trajetoria-de-ex-cotistas\">Pesquisador da Uerj defende monitoramento da\u00a0trajet\u00f3ria de ex-cotistas.<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/meio-ambiente\/noticia\/2025-12\/pesquisadores-encontram-mercurio-em-peixes-da-baia-de-guanabara\">Pesquisadores encontram merc\u00fario em peixes da Ba\u00eda de Guanabara.<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>O levantamento tamb\u00e9m mostra aumento expressivo na quantidade de pesquisadores brasileiros que publicaram artigos na \u00faltima d\u00e9cada.<\/strong> Em 2004, eram 205 autores a cada 1 milh\u00e3o de habitantes, j\u00e1 no ano passado, essa propor\u00e7\u00e3o quase quintuplicou para 932 por milh\u00e3o.<\/p>\n<p>O relat\u00f3rio \u00e9 feito a partir da Scopus, a maior base de dados de literatura cient\u00edfica revisada por pares dos mundo, que inclui mais de 100 milh\u00f5es de publica\u00e7\u00f5es editadas por cerca de 7 mil editoras nas \u00e1reas de ci\u00eancia, tecnologia, medicina, ci\u00eancias sociais, artes e humanidades.<\/p>\n<p>J\u00e1 a an\u00e1lise por \u00e1reas mostra que <strong>as ci\u00eancias da natureza seguem como as que mais publicam no Brasil<\/strong>, seguidas pelas ci\u00eancias m\u00e9dicas. No entanto, o maior aumento em 2024 foi verificado entre os artigos de engenharias e tecnologias: 7,1%.<\/p>\n<p>O relat\u00f3rio tamb\u00e9m verificou a varia\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de 32 institui\u00e7\u00f5es de pesquisa brasileiras\u00a0que publicaram mais de 1 mil artigos em 2024, e verificou crescimento em 29 delas, com destaque para as Universidades Federais de Pelotas, de Santa Catarina e do Esp\u00edrito Santo.<\/p>\n<p>Na outra ponta, as tr\u00eas institui\u00e7\u00f5es com diminui\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o de artigos foram a Universidade Federal de Goi\u00e1s, a Universidade Estadual de Maring\u00e1 e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu\u00e1ria (Embrapa).<\/p>\n<h2>Panorama mundial<\/h2>\n<p>O relat\u00f3rio avaliou dados de 54 pa\u00edses com produ\u00e7\u00e3o anual superior a 10 mil artigos e identificou que quase todos apresentaram crescimento em sua produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica de 2023 a 2024, \u00e0 exce\u00e7\u00e3o de R\u00fassia e Ucr\u00e2nia.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m foi calculada a taxa de crescimento composta de cada na\u00e7\u00e3o, ao longo de 10 anos, de 2014 a 2024. Nos pa\u00edses de alta renda, que j\u00e1 possuem tradi\u00e7\u00e3o em pesquisa cient\u00edfica, essa taxa tende a ser menor do que 5% por ano, enquanto pa\u00edses de renda m\u00e9dia e baixa, que ainda est\u00e3o consolidando seus sistemas de Ci\u00eancia e Tecnologia apresentam \u00edndices mais altos.<\/p>\n<p>No per\u00edodo analisado, por exemplo, os maiores crescimentos foram verificados no Iraque, Indon\u00e9sia e Eti\u00f3pia, e os menores na Fran\u00e7a, Jap\u00e3o e Taiwan. \u00a0<\/p>\n<p>No entanto, o Brasil aparece na 39\u00aa, com crescimento semelhante ao de pa\u00edses desenvolvidos como Su\u00ed\u00e7a e Cor\u00e9ia do Sul e, de acordo com o relat\u00f3rio, tem perdido f\u00f4lego nos anos mais recentes.<\/p>\n<p>De 2006 a 2014, essa taxa ficou consistentemente pr\u00f3xima de 12%, caindo bruscamente em 2016 e mantendo essa trajet\u00f3ria de desacelera\u00e7\u00e3o desde ent\u00e3o. No per\u00edodo de dez anos encerrado em 2014, o Brasil cresceu apenas 3,4%.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Depois de dois anos em queda, a produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica brasileira voltou a crescer em 2024, com a publica\u00e7\u00e3o de mais de 73 mil artigos. O n\u00famero representa um avan\u00e7o de 4,5% na compara\u00e7\u00e3o com 2023, conforme aponta novo relat\u00f3rio publicado pela editora cient\u00edfica Elsevier em parceria com a ag\u00eancia de not\u00edcias cient\u00edficas Bori. 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